Oito anos depois de tratar Bolsonaro e Haddad como polos equivalentes, o Estadão publica um editorial que desmonta, sem dizer, a própria ilusão de 2018
Oito anos depois de tratar Bolsonaro e Haddad como polos equivalentes, o Estadão publica um editorial que desmonta, sem dizer, a própria ilusão de 2018